Arquivo para Janeiro, 2007

29
Jan
07

Ocaso

Já se passaram dois anos e dois mêses. Um bom tempo. Não é muito, mas é um bom tempo. O mais interessante é que me recordo de tudo. O primeiro momento. Gravata borboleta, ansiedade, nervosismo. Sim, me lembro de tudo, como se fosse ontem. No último sábado, as recordações me pareceram mais nítidas.

Ao entrar na Sala Capítular, ato que já viz incotáveis vezes, exitei. Sim, pela primeira vez exitei. Não pelo fato de ter uma centena de pessoas ali me observando, mas sim porque me sentia bobo. Me sentia diferente. Tomei forças, não sei de onde, acho que a Grande Mãe olhou para mim naquele instante, e entrei na Sala.

À cada palavra dita pelo Mestre Conselheiro, me via cada vez mais diferente. “O segundo cargo mais alto…” Essas palavras ecoaram em minha mente. E estão até agora, procurando um refúgio confortável, de conformismo e eqüidade. Sentia o peso da jóia, da capa, do malhete. Agora, trocava meu tímido posto no Oriente, pelo posto mais alto do Norte e Ocidente. Novos ângulos de observação, de interpretação, de responsabilidades…

Responsabilidade.

Sim, palavra assustadora. Muitos a evitam. Muitos desconhecem seu significado. Mas, no meu caso, eu já pude percêbe-la, vivenciá-la e passar muito aperto com ela. Mas agora, ela está soando de forma diferente. A causa? Alguns falam que é a experiência; muita ou pouca. Eu, particularmente, não me sinto com “pouca experiência”, se assim fosse, não sería eleito e estaría exercendo o saudoso cargo de Organista (êh saudade). Também não sou um poço de experiência. Ainda falta muito caminho para ser andando, e muita coisa para ser aprendida. Tenho uma boa parcela de experiência. Que, tomara, cresça cada vez mais.
Mas, continuando o assunto; não sei porque vejo a responsabilidade de uma nova forma. Medo? Não, não estou com medo. Não tenho motivos para tal. Minha mãe me disse que é porque as responsabilidades são outras. Por isso é vista de forma diferente. Não sei se é assim. As responsabilidades aumentaram, mas não mudaram.

Acho que vou descobrir realmente quando cumprir meu dever. Quando as obrigações, depois de feitas, se tornarem recordações do trabalho bem feito.

Me resta trabalhar e orar. O trabalho dignifica o homem e a oração acalenta e salva sua alma. Agora como Primeiro Conselheiro. No Ocidente. Ocaso da vida.

26
Jan
07

Postagem única

Essa foto é especial, merece uma postagem só para ela. Descrição? Não… não sería boa o bastante. Bons momentos como estes me fazem perder as palavras.

25
Jan
07

Epopéia do Churrasco

No último sabado, tivemos um pouco de divertimento Non Sense a lá Nórdicos Bárbaros. (O.o’). Regado à muita água, refrigerante e carne. Com pitadas de loucuras vãs, ocasionais ‘bunda lêles’ em plena rodovia e a incrível capacidade de auto flagelo em sabão (que não contou com minha
alérgica participação).


Diversão! Muita diversão! Junte ócio, mais um dia quente, mais uma casa de campo, mais dez adolescentes. Sim, terá destruição e energia para todas as férias. Isso que é vida, ou melhor, vagabundagem.

Momentos lembráveis? Sim. Ficarão na memória. Momentos com amigos, momentos de prazer, sem compromisso com nada, nem ninguém.

Tomara que venham outros como este. Melhores, piores. O interessante é que venham outros.

Felicidades,

Bruno H. Fernandes”

18
Jan
07

O Desafio de Saimon

O primeiro a se apresentar em nossa jaula, digo, arena é Saimon. Seu texto, que fala sobre a vida, é dirigido a uma pessoa muito especial. Quem sería? Bom, a Luana. Isso mesmo! Esse texto foi escrito especialmente para ela. Espero que ela leia e se inspire, com isso, possa cumprir nosso desafio…

Bom, Eu não sou muito bom pra isso, Pocas praticas mais topei o desafio do Bruno

Bom Vida… Que palavra mais dificil de ser usada não??? uma coisa que só ao final vamos virar pra traz i falar, eita é essa a vida qui tantos falam… Amores, Felicidades, Odios, Inimizades, Como que pode, Tudo isso em uma palavra só Tente definir a palavra “Vida”

“Vida: A vida é um conceito multifacetado. Pode-se referir ao processo em curso do qual os seres vivos são uma parte; ao espaço de tempo entre o nascimento e a morte dum organismo; a condição duma entidade que nasceu e ainda não morreu; e aquilo que faz com que um ser vivo esteja vivo. Metafisicamente, a vida é um processo constante de relacionamentos.”

É isso, Muitas pessoas seguem o dicionario. No caso dessa palavra você seguiria???

Uma pessoa Chegou perto de mim i falou: “Não queria ter nascido Hoje” aquilo foi um caos
Será? Ela largaria de conhecer amigos, parentes, pessoas amadas na vida por causa de 1 obstaculo?
Será? Que uma pessoa tão especial se derrubaria por apenas uma pedra no caminho? Ela qui ja ganhou inumeros combates?
Será? Que Colocaria tudo a perder por apenas uma coisa qui com apenas seu amor i afeto as pessoas conseguiria vencer?

Axo qui não, A vida se resume nisso?

“estradas limpas com bosques lindos e águas cristalinas cheias de peixes em banquetes prontos para serem servidos?”

Qual é a graça? Acho qui nenhuma.

Vida seria isso (por mim)

“Vida é uma estrada cheias de pedras casas quebradas e bosques destruidos, águas impuras…”

Para que com nossa força de vontade, batalha vire estradas lindas, com bosques e borboletas construido por seu suor, casas e familias lindas e águas puras se mostrando como se deve ser para ter conseguido isso tudo.

Saimon Ribeiro”

15
Jan
07

Eu proponho um Desafio…

Sim! Um desafio!

Nobres Damas e Cavaleiros! Um desafio eu vos proponho! Expressar-se por meio da palavra escrita! Por meio das obscuras letras, grafias disformes e pontos aterrorizadores!

Alguém se candidata?

15
Jan
07

Orgulho

Me sinto orgulhoso de mim mesmo (Ora! Um pouco de egocentrismo não faz mal a ninguém.)! A causa?

Fuçando no orkut alheio, vejo vários poeminhas, citações, mensagens e blá blá blá. Mas esses poeminhas, citações, mensagens e blá blá blá; são os mesmos. As pessoas só vão e copiam. Acho muito mais legal é enviar coisas criadas por nós mesmos. Pensando na pessoa para quem vai mandar.

Freqüentemento escrevo para meus amigos. Não uso de criação alheia. Prefiro pensar neles, expressar meus sentimentos e escrever o que meu coração sente. Sei que a pessoa prefere ler, guardar e até decorar algo que foi feito especialmente para ela. O quanto é divertido você ver as pessoas copiando! Você ver e pensar: “Hahahaha! Eu sei que foi feito para mim! Hahahahaha!”

Não só palavras, mais ações também contam. Ter um estilo próprio, ter ações próprias. Não tentar ser como aquele ou aquela. Posso dizer, com segurança, sem querer ser “metido”, que não busco meus objetivos na ação alheia. Tento buscá-los de minhas próprias vivências.

Tenho uma colega que passou a apagar seus recados no orkut. Tempo depois, passou a deixar somente mensagens ‘bonitinhas’. Depois passou a apagar tudo de novo. Quando eu a questionei de sua indecisão, ela me respondeu que as mensagens ‘bonitinhas’, são apenas agrados frios. Coisas que você manda para qualquer uma. Basta copiar, colar e enviar.

Quem lê este texto, pode saber com certeza. Se você receber uma mensgem minha, pode saber, foi feita exclusivamente para você. Eu não ouso equiparar sentimentos, personalidades e relações.

A Arte de criar é considerada um dom. Eu não a considero como sendo um. Afinal, todos nós criamos algo. Basta amar para isso. Ame sua criação, ame sua inspiração ou ame os dois. Sim, esta é a receita de se criar. De obter atenção, de realmente ser notado e de poder escutar da pessoa que você quer um elogio.

Felicidades,

Bruno H. Fernandes”

15
Jan
07

As Lágrimas do Dragão

Sim, como diz a música, “Por muito tempo, houve segredos em minha mente. Por muito tempo, houve coisas que devia ter dito.”

Em certos momentos de nossa vida, surge o arrependimento. Por mais doloroso, por mais frio e cortante, ele chega; e, somos obrigados a se acostumar com ele. Afinal, ele é fruto de nossa incoceqüencia. Uma incoqüencia que foi alertada, friasada e oportunisada (Neologismo! Neologismo!). Comigo, isso não foi diferente.

Hoje me arrependi de atos que fiz. Bom, tem gente que consegue o cúmulo. Se arrepender de coisas que não fizeram. Bom, até hoje, isso não aconteceu comigo. Se arrependimento matasse, viveríamos em uma grande necrópole. Ladeada de túmulos e dizeres do tipo “Mas ele não foi…” Mas como ela não mata.

Me pergunto agora, por que o arrependimento dói tanto? Afinal, se o tempo, em sua maldade, não retrocede, porquê nós não nos acustamamos? Por que simplismente, não sentamos conformados com o passado já grafado? A mente humana é complexa. Ignóbil, energúmena, retardada. Ou seja, incrível.

Sería o arrpendimento uma vã loucura humana? Acho que não. Afinal, a loucura é o que alimenta nossa sanidade. Ela é uma fonte de energia, que nos faz enchergar o precipício de bestialidade que nos metemos. O arrependimento só vem a nos extrair nossa força. Já esgotada pelos atos feitos. Oh, complexidade divina. O que se passava na mente de Deus ao criar o arrependimento? Ou sería ele uma criação humana?

Mas de vez em quando, é bom observar esses vislumbres de passado, que causam o arrpendimento. Quando um ‘não’ foi dito sem pensar. Quando trocamos nossos verdadeiros amigos pela esperança de encontrar algo no meio de um baile de máscaras. Quando preferimos a frieza do ‘usar’ em vez da calorosa companhia de quem te ama. Quando preferimos o aconchego da preguiça e do ócio do que a aventura inenarrável do desconhecido. Sim… isso… arrependimento…

Lágrimas? Não. Não vou derramá-las. Afinal, e preferível chorar em momentos puros. Não em momentos tragados pela nossos erros.

Sei que há de surgir, “sería uma indireta?”. Não precisa gastar seu tempo refletindo. Me pergunte pessoalmente. Terei prazer em responder.

De uma coisa eu tenho certeza. Eu não me arrependo, e nem me arrependerei de ter escrito esse texto.

Felicidades,

Bruno H. Fernades”

06
Jan
07

O Mago, a Dama e o Cavaleiro contra O Antigo Demônio Ancestral

Sabe-se que nas longínquas terras da Escócia, vive um nobre cavaleiro, cuja pela é escura como o ébano indiano. Seu objetivo é montar guarda em um castelo feito de prata. Neste castelo está a Dama da Lua, uma poderosa Feiticeira, capaz de aquebrantar espíritos e aprisionar almas. O dono deste castelo é um antigo Mago. Que passa seus dias estudando e dormindo. Simplismente em um ócio de dar inveja a qualquer marajá.

Apesar do Castelo ser seguro e serem poderosos, constantemente são ameaçados por um Demônio Ancestral, que teima em corrompê-los. Este Demônio, que usa de seu grande poder de persussão e malícia, tenta aliciá-los para seu lado da força. Que na verdade não é negro, branco ou rosa. É um azul água, mesclado com um vermelho vivo.

Em uma das últimas tentativas do Demônio Ancião, ele tenta corromper o Mago, fazendo-o largar o ócio e usar de seu conhecimento contra a Dama e o Cavaleiro. Para isso, ele promete que dará ao Mago um poderoso Grimório, que contém todas as antigas magias, capazes de manipular os elementos e dar forma ao informe. O Mago cai em tentação e declínio, se corrompendo e deixando seus companheiros no Castelo.

Graças a isso, o Cavaleiro cai em uma grande depressão. Ele sente que falhou na tentativa de proteger o Mago e a Dama. Mergulhado na mais súbita e profunda tristeza ele sente que não tem mais porquê continuar alí, então ele larga a guarda do Castelo e vai embora beber em uma taverna da cidade. O Demônio, aproveitando-se disso, disfarça-se e vai até a taverna. Chegando lá, ele convençe o Cavaleiro a trabalhar para outro castelo, que ficava nas terras do Demônio Ancestral. No príncipio ele reluta. Mas o soldo oferecido era tão generoso que ele logo parte para o novo trabalho.

A Dama, sozinha no Castelo, fica em profunda contemplação interior. Começa a mudar a decoração do Castelo, pois nem o Mago e o Cavaleiro estavam mais alí. Aproveitando-se do momento, o Demônio Ancesral vai até o Castelo e disfarçado tenta conquistar a Dama. Não conseguindo, ele assume sua forma verdadeira e arromba a porta do Castelo. A Dama não consegue fugir e é sacrificada em um antigo Ritual de Magia Negra, dando mais poder ao Demônio.

Durante muito tempo o Demônio viveu sem ter o que fazer, visto que tinha vencido seus inimigos. Ele cai em um retumbante tédio e comete suicídio. Com isso o Mago e o Cavaleiro caem na real e voltam para o Castelo. Quando descobrem que a Dama foi sacrificada, começam a chorar piamente. Suas lágrimas renascem a Dama, que explica toda a história, dá uma lição de moral e depois sai para fazer compras.

Durante muito tempo eles vivem felizes (leia-se entendiados, enfadonhos e ociosos). Com isso, resolvem ressucitar o Antigo Demônio Ancestral e recomeçar tudo de novo.

Até hoje eles estão lá, nesta incrível batalha. Às quartas o Demônio ainda visita eles para jogarem Pôquer. Na sexta, eles visitam o Demônio para apreciarem sua Gelatina de Limão. Receita que recomendo.

Qualquer semelhança com lugares, fatos, pessoas vivas ou mortas, é mera coincidência.

Felicidades,

Bruno H. Fernandes”

04
Jan
07

The Blitzkrieg Bop

Uma música, que não tem sentido algum, mas que acho legal. Se você traduzir, verá que a letra não tem conexão alguma. Fala algo como correr, crianças perdendo sua mente, linha de ataque, etc.

The Blitzkrieg Bop
Ramones

Hey ho, let’s go
Hey ho, let’s go
Hey ho, let’s go
Hey ho, let’s go

They’re forming in straight line
They’re going through a tight wind
The kids are losing their minds
The Blitzkrieg Bop

They’re piling in the back seat
They’re generating steam heat
Pulsating to the back beat
The Blitzkrieg Bop

Hey ho, let’s go

Shoot’em in the back now
What they want, I don’t know
They’re all reved up and ready to go

They’re forming in straight line
They’re going through a tight wind
The kids are losing their minds
The Blitzkrieg Bop

They’re piling in the back seat
They’re generating steam heat
Pulsating to the back beat
The Blitzkrieg Bop

Hey ho, let’s go

Shoot’em in the back now
What they want, I don’t know
They’re all reved up and ready to go

They’re forming in straight line
They’re going through a tight wind
The kids are losing their minds
The Blitzkrieg Bop

They’re piling in the back seat
They’re generating steam heat
Pulsating to the back beat
The Blitzkrieg Bop

Hey ho, let’s go
Hey ho, let’s go
Hey ho, let’s go
Hey ho, let’s go

04
Jan
07

Um pouco sobre a Pedra Filosofal, o Saber, o Observar, o Aprender e o Viver

Como é bom, acordar pela manhã, antes do Sol nascer, com uma incrível dispocisão para fazer as coisas. Isso realmente, me deixa feliz. Sim , estou feliz neste exato momento.

Uma série de fatos também, podem desencadear uma alegria constante. Ontem isso aconteceu comigo. Como é bom estar tão próximo das pessoas que nós gostamos. Conviver com elas, estar presente em momentos de alegria. Isso é realmente bom.

Hoje me sinto apto a falar de tudo. A falar de que este ano, o Sol não brilhou. De que estou em uma onda de contemplação divina, em busca do meu eu e que com isso, tenho encontrado o além. O adiconal. Como uma alquimía. Não descobri a Pedra Filosofal, mas descobri vários elementos úteis.
Ah! Como isso é bom!

Estou notando que meu lado esotérico está voltando. Sinto que meus sentidos ocultos voltaram a funcionar de forma devida. Me sinto com uma vontade enorme de praticar o Dever de um Mago. De retornar, em riste, à Boa Batalha. Estou percebendo que um fluxo de energia está no ar. Um fluxo de bem, de glória, de amor. Um fluxo que vou usar para ajudar quem necessitar.

Estava observando meus amigos ontem. Parei para observá-los depois de tanto tempo. Fiquei com medo de minhas impressões terem mudado. De fato, o que eu temia, aconteceu. Minhas impressões mudaram. Mas não de forma drástica. Mudaram um pouco a sua essência. Antes eu dava um rótulo, pequeno, mútavel para cada um deles. Um rótulo amarelo, escrito de caneta preta, pregado com cola branca. Hoje eu posso dizer que eu retirei esses rótulos. Resolvi mudar foi a embalagem. Coloquei cada um em um pote. Um pote de vidro, daqueles antigos de se colocar bala. Um pote em que possa ver perfeitamente todos. Mas sem rótulos. Ví que os rótulos não são necessários. Eles se mostraram capazes de mudar seus rótulos. De mostrar como são mutáveis, como são grandiosos e podem me deixar surpresos. Isso me deixa orgulhoso. Os potes agora, vão me servir para observá-los em uma experiência. Vou procurar suas virtudes e dessa forma, vou aprender a corrigir meus vícios. Vou me espelhar naquilo que eles tem de melhor!

A graça em saber escrever, é poder se expressar de forma livre. Assim, cada um pode interpretar da forma que achar. O meu último texto foi baseado nisso. Acho que consegui alcançar meus objetivos com ele. Objetivos esses que serão revelados em breve.

O primeiro capítulo de meu livro, tomou sua forma definitiva. Depois de escrever, ler ele cerca de cem vezes, depois reescrever e ler de novo, depois pedir para que alguém leia, depois reescrever e ler de novo; achei que ele tomou uma boa forma. Se tiver coragem eu posto ele aqui. Não mais que ele. Só para dar aquele “gostinho”, igual de trailer no cinema. O problema é que sempre o trailer excede as expectativas (Alguém aí viu Star Wars III?). Tomara que comigo isso não aconteça.

Estou tomando coragem para escrever um texto teológico. Sempre fiquei com medo de escrever um. Expor minhas idéias sobre Deus, bem, mal, humanidade, espiritual e coisas do tipo; sempre me deixou com medo. Não medo de uma repreensão. Mas sim da falta de compreensão das pessoas que convivem comigo. Aprendi que se realmente elas gostam de mim, vão me compreender. Estou tomando coragem ainda. Mas sei que um dia vou ter que escrevê-lo.

Hoje, gostaría de finalizar com uma citação. Sei que de acordo com os “Mandamentos do Bom Autor”, jamais devemos finalizar um texto com uma citação alheia. Podemos iniciar. Terminar não. Bom, vou quebrar as regras, afinal, se não fossem quebradas, não seriam regras.

“Para os que pensam, a vida é uma comédia. Para os que sentem, é uma tragédia” Horace Walpole

Felicidades,

Bruno H. Fernandes”




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