É interessante como os pequenos atos das pessoas que amamos, nos traz a inspiração tão desejada. O mais interessante é que essas pessoas não se dão contam disso. Acho que isso faz tudo ficar divertido. Faz tudo ficar fluente.
Hoje sinto a vontade de falar da atualidade. Da atualidade de minha realidade. Falar de como eu vejo o que está se passando. Hoje me dei conta que a escola está acabando. Sim, acabando de vez. Segundo Ano do Ensino Médio. Um pouco triste, é claro, mas também com a satisfação do dever cumprido. Falta um pouco ainda, eu sei. Mas sei também que esse pouco que falta há de passar rápido.
A adolescência, é uma fase da vida realmente maravilhosa. Agora percebo que é nesta fase que moldamos nossa personalidade e caráter. É nessa fase que deixamos nossos vínculos de memória. Porquê serão dessa fase de nossa vida, que nossos filhos e netos hão de escutar histórias.
A amizade é algo que à cada dia me deixa mais perplexo. Não posso me expressar. Não posso falar verdades. A interpretação fria e incoerente me fere. Me sinto bobo. Me sinto um idiota. Me sinto na vontade de escutar palavras de solidariedade. Acho que devo incluir a frieza na minha personalidade. Até que me prove o contrário, ela estará congelada. Basta aquecer e apreciar.
Mas, lembrando disso, vem à minha cabeça a dura sentença: “Amizade Verdadeira.” Mas, o que é verdade? Segundo a Ordem DeMolay,
“verdade é o valor mais alto que podemos desejar. Embora ela seja entendida de vários modos através da História, sempre desejamos alcançar o verdadeiro. Para isso, é necessário vencer o senso-comum, os juízos impostos e os preconceitos; é preciso entender o mundo à nossa volta e conhecer a nós mesmos. A Verdade nasce do desejo de encontrá-la, mas primeiro devemos reconhecer nossa própria ignorância.”Não sei se sería egoísta ou egocêntrico ao dizer que busco a verdade. Faz algum tempo que entendi que só se encontra a verdade, sendo verdadeiro. Bom, eu tento ser verdadeiro em tudo que faço. Em todo sentimento que demonstro. Sendo que também aprendi, que somente sem interesse, é que se consegue ir adiante. Pode-se pedir a mim qualquer prova. Não temo fazê-las. Acho que a auto afirmação nos dias de hoje, não passa de conversa. O concretizmo físico se faz necessário agora. Tempos agourentos, posso afirmar.
Estou vivendo também um momento de felicidade quase plena. Percebi o Grande Dogma Rosacruz. Sim, o Domínio da Vida. Como as coisas estão fluindo maravilhosamente bem. Meu Livro está tomando um rumo excelente. Já estou quase finalizando o primeiro volume. Faltam dois ainda, mas são pelo menos, alguns passos dados. Devo postar a introdução e o primeiro capítulo assim que considerar o primeiro volume por pronto. O Título ainda não me decidi realmente. Isso está me deixando louco. Acordo decidido e durmo em dúvida. Não sei se são as novas idéias do Livro, ou se na verdade não cabe a mim dar um Título à obra; só sei que até agora (apesar de pretensiosas afirmações), neca de pitibiribas de um Título que me agrade.
Tenho estudado Teologia. O estudo da Fé. Estou passando a escrever certos artigos que me levariam à fogueira. Acho que sinto cheiro de Inquisição…
O meu Desafio não está indo de vento em popa. Acho que vou ter que contradizer certas pessoas (acho que levarei alguns tapas), para que meu Desafio siga em frente. No mais, vejo um ano promissor. Ano de dádivas, ano de finalização de mudanças. Se depender de como as coisas estão agora, vejo sim apenas felicidade.
Gostaría ainda de deixar um pouco de filosofía no ar. Afinal, é bom começar a semana sobre a égida da reflexão. Estava a estudar e me deparei com uma questão interessante.
Se realmente, a quantidade de espinhos é maior que a de rosas, porquê não colher margaridas? Achei interessante. Trata de escolhas, de caminhos. Me fez parar e pensar. Espero que faça o mesmo com vocês.
Felicidade, Paz e Verdade;
Bruno Henrique Fernandes”::