Arquivo para Fevereiro, 2007

27
Fev
07

E quando?

E quando tudo dar certo. Você monta um plano perfeito, as coisas estão se encaixando perfeitamente. Falata só mecher a alavanca. O frio na barriga neste momento é muito bom! Saber que as coisas agora vão andar! Nossa! Aô trêm!

Vou voar! Agora vai! Se não for, vai rachar. Aí não vai mais nunca! AAAAAAAAAAAAAA!!!!!!

Falta tão pouco. Tão pouco mesmo…

Vamo que vamo!!!!!

13
Fev
07

As coisas mudaram. O tempo de farra, festas e ócio; hoje chega ao fim.
Vou fazer pequenas revoluções, grandes avanços. Vou mudar meu quarto, vou ser mais religioso, vou estudar mais. Vou me propor metas. Vou cumprir elas. Hoje chove. O horizonte, invisível, me traz lembranças. Melodia harmoniosa nos ouvidos. Queen; Fredie Mercury; Love Of My Life. Seus líricos chegam a me emocionar. Não me sinto trste. Me sinto mudado. acho que encontrei o eu; o eu verdadeiro; a Pedra Filosofal.

(…)

O saxofone brilha sobre a cama. Tem sido meu companheiro de divagação, de harmonia mental. meu coração se aperta ao lembrar que nós podemos nos separar. Dois Corações. Tão simples, tão brlo. A compocisão máxima de um grande mestre. Faleceu muito velho, sem ganhar sequer um centavo por suas compocisões.
Vida ingrata essa.

(…)

Como será daqui a seis anos? O fim da faculdade. O princípio da vida dulta. Como estarão meus amigos? Será que ainda nos falaremos? Nos reconheceremos? Prefiro não pensar. Não sei porquê, mas sinto angustia.
Continua a chover.
Vida intensa, ingrata e incrível. Oba! Adoro viver.

Bruno”

11
Fev
07

Nada de mais. Só para falar merda.

Hoje não tenho muito o que falar. Um clássico Domingo de ócio. Ótimo, me sinto muito feliz assim. Agora tenho toda a discografia do Queen. Estou treinando sax, tenho tirado músicas legais. Minhas esperanças se renovaram hoje relacionadas ao “instrumento próprio”. Bom, acho que por hoje é só.

Felicidades,

Bruno”

06
Fev
07

O Verbo

Em meus estudos diários, cada vez me deparo com algo que me surpreende. Dessa vez, foi sobre o ofício da escrita, o ofício de se produzir o verbo. Acabei descobrindo que é o ofício mais perigoso.

” – No meu tempo usavam as espadas para impor interesses, hoje você usa a caneta, que lhe confesso ser uma arma muito mais potente que qualquer outra, pois ela muda o intelecto, muda o cerne interior do homem, formula o verbo dando-lhe a materialidade para o entendimento daqueles que não conseguem ver o sutil.
Sua caneta transcede a sutileza das palavras imateriais grafando-as. Assim, algo sutil e impalpável se torna real e visível para aqueles que não conseguem vivificar o verbo falado, mas podem vê-lo grafados.
- Na verdade, o verbo escrito também mata o homem, fazendo-o renascer para a construção de um grande templo interno. Um templo da sabedoria intelectiva que se aproveitada com sabedoria vai ser moldado num homem novo; com isto introjetado no seu âmago, vai transferir esta evolução para seus descedentes que receberão esta carga do conhecimento, crescerão e certamente serão mais sapientes que seus pais, isto é, se desejarem evoluir.”
Na Trilha dos Templários – Jamil El Chihimi

Pediram me hoje para que ensinasse a escrever. Eu perguntei logo, “não sabes?”. A resposta dúbia à minha pessoas foi “não tão belo”. Eu não escrevo tão belo assim. A meu ver, minhas palavras são tortas e incoerentes. Surgem de quando em vez brutas, ásperas e incomuns. O que é natural, visto que só escrevo normalmente para aqueles que amo.
O ato de expressar é algo complexo em si. Eu me expresso pela palavra escrita ou falada. Outras pessoas se expressam através da encenação, outras através da música. Algumas não se expressam. Sentem vergonha. Mal sabem elas, que a maior vergonha que podem passar é de não se expressarem. A vergonha de ser apenas mais um na multidão. Apenas mais um…
Não sei se um dia “o poço vai secar”. Ou minhas mão estarão falhas e incontroláveis e não poderei mais escrever. Não sei se a voz há de faltar ou até a conciência do viver. Mas enquanto isso não me ocorre, me sinto livre (os passáros tomam conta de minha cabeça novamente) em poder escrever sobre o que eu quiser.
É este aspecto em que quero chegar. O poder escrever sobre o que quiser. O querer em si e o fazer a partir dele. Estou vivendo um momento especial em minha vida. Um momento mais espiritual, mais mágico podemos dizer. Isso graças à companhia de pessoas maravilhosas, meus Amigos. Para não desperdiçar este momento, estarei postando aqui, um por dia, três textos especiais. Textos que no fundo falam de coisas cotidianas, porém, de tão cotidianas, não são nem notadas. Então peço encaricidamente, ao meus leitores mais assíduos, que não estranhem o que há de aparecer por aqui.

Felicidades,

Bruno H. Fernandes” ::

05
Fev
07

A Verdade

É interessante como os pequenos atos das pessoas que amamos, nos traz a inspiração tão desejada. O mais interessante é que essas pessoas não se dão contam disso. Acho que isso faz tudo ficar divertido. Faz tudo ficar fluente.
Hoje sinto a vontade de falar da atualidade. Da atualidade de minha realidade. Falar de como eu vejo o que está se passando. Hoje me dei conta que a escola está acabando. Sim, acabando de vez. Segundo Ano do Ensino Médio. Um pouco triste, é claro, mas também com a satisfação do dever cumprido. Falta um pouco ainda, eu sei. Mas sei também que esse pouco que falta há de passar rápido.
A adolescência, é uma fase da vida realmente maravilhosa. Agora percebo que é nesta fase que moldamos nossa personalidade e caráter. É nessa fase que deixamos nossos vínculos de memória. Porquê serão dessa fase de nossa vida, que nossos filhos e netos hão de escutar histórias.
A amizade é algo que à cada dia me deixa mais perplexo. Não posso me expressar. Não posso falar verdades. A interpretação fria e incoerente me fere. Me sinto bobo. Me sinto um idiota. Me sinto na vontade de escutar palavras de solidariedade. Acho que devo incluir a frieza na minha personalidade. Até que me prove o contrário, ela estará congelada. Basta aquecer e apreciar.
Mas, lembrando disso, vem à minha cabeça a dura sentença: “Amizade Verdadeira.” Mas, o que é verdade? Segundo a Ordem DeMolay, “verdade é o valor mais alto que podemos desejar. Embora ela seja entendida de vários modos através da História, sempre desejamos alcançar o verdadeiro. Para isso, é necessário vencer o senso-comum, os juízos impostos e os preconceitos; é preciso entender o mundo à nossa volta e conhecer a nós mesmos. A Verdade nasce do desejo de encontrá-la, mas primeiro devemos reconhecer nossa própria ignorância.”
Não sei se sería egoísta ou egocêntrico ao dizer que busco a verdade. Faz algum tempo que entendi que só se encontra a verdade, sendo verdadeiro. Bom, eu tento ser verdadeiro em tudo que faço. Em todo sentimento que demonstro. Sendo que também aprendi, que somente sem interesse, é que se consegue ir adiante. Pode-se pedir a mim qualquer prova. Não temo fazê-las. Acho que a auto afirmação nos dias de hoje, não passa de conversa. O concretizmo físico se faz necessário agora. Tempos agourentos, posso afirmar.
Estou vivendo também um momento de felicidade quase plena. Percebi o Grande Dogma Rosacruz. Sim, o Domínio da Vida. Como as coisas estão fluindo maravilhosamente bem. Meu Livro está tomando um rumo excelente. Já estou quase finalizando o primeiro volume. Faltam dois ainda, mas são pelo menos, alguns passos dados. Devo postar a introdução e o primeiro capítulo assim que considerar o primeiro volume por pronto. O Título ainda não me decidi realmente. Isso está me deixando louco. Acordo decidido e durmo em dúvida. Não sei se são as novas idéias do Livro, ou se na verdade não cabe a mim dar um Título à obra; só sei que até agora (apesar de pretensiosas afirmações), neca de pitibiribas de um Título que me agrade.
Tenho estudado Teologia. O estudo da Fé. Estou passando a escrever certos artigos que me levariam à fogueira. Acho que sinto cheiro de Inquisição…
O meu Desafio não está indo de vento em popa. Acho que vou ter que contradizer certas pessoas (acho que levarei alguns tapas), para que meu Desafio siga em frente. No mais, vejo um ano promissor. Ano de dádivas, ano de finalização de mudanças. Se depender de como as coisas estão agora, vejo sim apenas felicidade.
Gostaría ainda de deixar um pouco de filosofía no ar. Afinal, é bom começar a semana sobre a égida da reflexão. Estava a estudar e me deparei com uma questão interessante. Se realmente, a quantidade de espinhos é maior que a de rosas, porquê não colher margaridas? Achei interessante. Trata de escolhas, de caminhos. Me fez parar e pensar. Espero que faça o mesmo com vocês.

Felicidade, Paz e Verdade;

Bruno Henrique Fernandes”::

04
Fev
07

Fórmula da Felicidade

O que fazer quando tudo vai bem? Sim, o que fazer? Hoje eu me ví assim. Tudo perfeito. Todos os meus problemas foram resolvidos. Não tenho mais que esquentar minha cabeça. As aulas já estão aí. Estou ansioso para estudar. Ô saudosa bagunça! Tenho tido um desenvolvimento considerável nas Ordens em que participo. Minha Família está 100%. Tudo está andando conforme o esperado. Nossa! Como estou feliz!
Fórmula para isso? Sim, tem. Eu ensino de bom grado:

Fórmula Alquímica Cabalística para a Felicidade

Uma parte de Otimismo Constante
Duas partes de Alegria Irradiante
Meia parte de Entendimento do Ser
Uma parte de Contemplação Divina

Misture tudo e beba de uma só vez. No princípio o gosto é amargo. Depois torna-se azedo. Depois perde-se o gosto e por fim torna-se doce.

Os efeitos são imediatos e podem ser duradouros desde que consuma de forma periódica os igredientes já citados.

Ah! Perfeito! Perfeitíssimo.

Felicidades,

Bruno H. Fernandes” ::

03
Fev
07

Magia

A definição dada para magia é clássica. O controle da própria realidade. O mago possui o poder de controlar sua realidade como ela é. Daí advem a razão de cada um é um Deus, uma Deusa em potencial, aptos a controlar sua própria realidade.

Após nossa iniciação física. Após vislumbrar alguns mistérios iniciáticos, podemos observar a latência de nossos poderes. Através deles é que nós construiremos nossos caminhos.

Observemos a Lei de Murphy: “Se algo possuir uma chance de dar errado, por mínima que seja, ela dará errado.” A Lei De Murphy (daqui para frente LM) é contraditória na Magia. Algo vai dar errado desde que você quer que dê errado. O mago sabe exatamente disso. Pois a realidade, e suas manifestações são controladas por ele. No momento em que se pensa no erro, ele falha, pois ele passa a controlar a realidade dessa forma. A LM não é aceita pela ciência. Visto que por cáuculos propabilitórios, toda ação do homem, desde o mais simples respirar sería uma catástrofe.

“O homem que vive a pensar no erro, não serve para viver.” Essa frase, de tradição xamânica, vem a completar a idéia de controle da realidade. Sabe-se que o desânimo é a chave para o fracasso e a incerteza a porta.

Os grandes líderes sabem disso. Um lider não deve jamais ser falho. Não deve ceder. Um Líder deve ser o suporte, a base do grupo. Se o Líder pensa no fracasso, o grupo vai fracassar.

Em Magia, quando estamos caminhando no mistério, é nos apresentado diferentes situações. Situações que dependem de nosso controle de realidade. Somente aqueles que desenvolveram esse poder são capazes de seguir adiante. Os que falharam ficam parados estáticos.

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Arrependo-me de ter dado início em uma empreitada que considerava o máximo. Alguém conhece a palavra desgosto? Eu agora conheço. Aprendi uma lição. Sim, estamos nesse mundo para isso. Seja mais cauteloso. Confie somente nos melhores para ensinar o que sabe. Confie naqueles que não hão de trair seus ensinamentos e não vão renegar sua iniciação.
O aprendizado mágico é algo maravilhoso. Mas descobri que não é para todos. Acho que o caminho solitário é o que devo seguir. A empreitada mágica deve ser O Caminho do Ermitão.

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Mas como tudo neste mundo é perfeito; hoje me sinto feliz. Um pouco de conversa faz as coisas realmente melhorarem. A Amizade é uma virtude maravilhosa. Como é bom tê-la presente em sua vida! Agora eu posso afirmar que tenho uma amiga! ^^

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Hoje estou com um tino de inspiração. Acho que vou escrever mais. Mais à noite devo postar algo mais animador e filosófico. Acho que vou fazer uma alegoría mística em homenagem à algumas pessoas. Elas merecem!

Felicidades,

Bruno H. Fernandes” ::

02
Fev
07

Tributo à Grande Mãe

Nos três aspectos contemplativos da Deusa; Criança, Mãe e Anciã, podemos perceber a pelenitude da natureza. Relaciona-se esses aspectos com a Lua. Símbolo máximo das dádivas da Mãe, da Senhora que nos governa, que nos protege. Hoje se fez lua cheia. A Deusa Mãe. Segunda vez no ano. Hoje contemplei a Lua, a Mãe, a Deusa.

Ó preguinante, orvalhada Lua a navegar pelos céus,
Que brilha para todos,
Que fui através de todos,
Luz do mundo.
Donzela, Mãe, Anciã,
Ser criativo, Ser refrescante
Isis, Astartéia, Cibele
Kore, Ceridwen, Levanah
Luna, Maria, Ana
Riannon, Selene, Deméter, Mab
Olhe com nossos olhos, ouça com nossos ouvidos,
Toque com nossas mãos, respire com nossas narinas,
Beije com nossos lábios, abra nossos corações,
Penetre em nós!
Toque-nos, Transforme-nos, Faça-nos um todo.
01
Fev
07

Amizade

Amizade, do latim amicitate. Sentimento fiel de afeição, simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família ou por atração sexual.

Bom, até um dia, eu pensava ter uma amiga. Simples não? Na verdade não. A amizade não é simples. Pode ser plena, bela, mas não é simples. A amizade é uma relação muito mais delicada que um casamento. Chega, em certos pontos, ser mais fiél. Ser mais natural.

Não cobro das pessoas que amo. Prefiro que elas cobrem de mim. Prefiro ser apontado do que apontar. Eu normalmente confio nas pessoas, não em todas, pensado que elas confiam em mim. A medida que vou ficando mais velho estou percebendo que o mundo não passa de uma ilusão. Eu acreditava (acho que ainda acredito), naquele sentimento fraterno, recíproco, sem interesse. Cujo objetivo é apenas a de ser amigo, de poder contar nos momentos de tristeza, de ansiedade e principalmente de felicidade.

“Apenas colegas”. Frieza. É assim? Dessa forma que deverá ser? Frio. Apenas ‘oi’, ‘tchau’. Se soubesse o que realmente estaría perdendo, tería medido as palavras. Um baque. Um mergulho na profundeza de um oceano frio. Me senti assim. Tudo em vão? Será? Tudo em vão?

O coleguismo é apenas a convivência. Uma simples convivência forçada. No coleguismo o convívio se faz apenas por isso. Apenas. Não há o afeto de se lembrar da data de seu aniversário. Não há a ternura do acalento quando nós estamos tristes. Não há a liberdade de ir na sua casa e poder dormir na sua cama.

Por essas e por outras é que ainda acredito que tenho uma amiga. Mesmo que ela me considere um simples colega de banda. Mais um como tanto outros. Mesmo que ela prefira o convívio de seus amigos do que o meu. Mesmo que ela prefira a tristeza a solidão do que o meu acalento. Ainda sim, vou chamá-la de amiga. Indica-lá como uma amiga. Não posso fazer por menos. Sou grato de mais a ela. Não estaría sendo homem, se preferisse a frieza. Posso viver numa ilusão. Em uma utopia de sentimento, criada por uma mente cansada e carente. Uma mente que já sofreu por demais em sua curta existência. Mas pelo menos viverei feliz.

Sim, haverá um dia que terei que acordar. Que terei que enfrentar a dura realidade do ser. Posso cair. Nunca mais me recuperar. Ou posso apenas acordar e ver que foi tudo um deja vu.
Que toda essa ilusão foi apenas um presságio feliz do que virá agora.

Olho para o horizonte. Lá estão eles. Os pássaros. Quantas vezes eu os vejo. Quantas vezes eu me sinto impelido em clamar por eles. Buscando a cobiçada liberdade. A cobiçada ventura de não ter responsabilidades, nada que te prenda à terra. A realidade do voar. Hoje quase me atirei pela janela, pensando em me tornar como eles. Preferi não fazê-lo. Ainda tenho uma missão a cumprir. Tenho que terminá-la. Quem sabe, ao final dela eu possa ir embora com eles. Ser livre.

A cada ano que passa, olhar para trás torna-se mais doloroso. Isso porque o que se faz no presente, marca o passado com glórias. E o futuro com incerteza e amargura.

Peço a lincença. Perdão. Mais uma vez. Se for necessário lhe pedir mais, eu peço. Se for necessário buscar o couro de um antigo dragão, que vive além da grande montanha de fogo, gurdada por gigantes de aço da eternidade; pode ter certeza, eu vou.

Quería apenas poder conversar pessoalmente com você.

Apenas,

Bruno H. Fernandes” ::




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