Arquivo para Março, 2007

31
Mar
07

Coisas que acontecem derrepente

E quando você menos espera? Quando você descobre que sua mente sempre recai na mesma coisa? Quando você descobre sentimentos, outrora esquecidos? Coisa que nunca pensei… Coisa que nem imaginei…
O coração bate mais rápido. As coisas ficam mais belas. A preucupação com atitudes. A preucupação com sensações. Pensar, caucular o que falar. Sinceramente, faz tempo que não sinto isso. E sei exatamente o que é isso. Da última vez, não foi bem como eu esperava. E as vezes paro para pensar se realmente valhe à pena. O problema, é quem poderá me dizer se valhe à pena? O tempo, que costuma ser o senhor da razão? Se depender dele, acho que morrerei em anseio.
Há horas que penso: “Falo, de cara. Se assim for, assim será.” Mas há horas que o pensamento é outro. “Pode dar tudo errado e, as coisas não serão como antes.”
Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Dúvida! Medo…

Uma situação, deve me bastar. Mas a razão clama por diálogo. Clama por seriedade. A emoção apenas deseja, apenas. Qualquer ação, pode gerar um caminhão de arrependiemento, como um trêm de alívio. Chega desse assunto. O melhor é deitar e refletir.

Falemos sobre outra coisas. Minha musa. Assunto que me interessa, e interessa mentes mais curiosas, que me perguntam sua identidade e obtem como resposta um silencioso sorriso de repreensão. Sua identidade só será revelada em um momento certo, com seu consentimento. E, aos mais palpiteiros, eu logo digo. Podem apontar à vontade. Não haverá resposta.
Pois bem, acho que agora vou chama-lá de ma sucrée songer, pois assim eu a visualizo. Um doce sonho. Meu doce sonho. Fonte de infinita inspiração.
Inspiração tanta, que me convenceu a fazer algo, apenas para acalmar sua ansiedade. Acho que ao ler essa frase, ma sucrée songer deve pular de alegria, claro, se ele captou a mensagem.
Como meu coração está radiante hoje. Como…
Ontem ma sucrée songer disse para escrever um texto sobre um determinado assunto. Seu silêncio me fez concluir que o texto ficou ruim. Mas isso não importa, visto que o presente que ela vai ganhar vai compensar minha falta de lirismo.

Ma sucrée songer…

Bruno Fernandes”

30
Mar
07

Desilusão

Sobre a maravilhosa égida da inspiração, provinda de minha musa; hoje aqui escrevo. Tema escolhido especialmente por ela. Pois bem, que se dê início ao show…

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Falta chão, falta ar, falta tudo. Quando tudo desmorona, como em um filme. Tudo fica branco e preto, uma cena latente ao fundo. Você se afasta rapidamente. Pronto. Para que viver? Já não há mais motivo.
Desilusão. Sentimento estranho. Quando a vida perde seu sentido. Quando o brilho do Sol não mais ilumina. Quando o vento causa desconforto à mente. Quando a verdade é uma sólida mentira de aço inoxídável, bem a frente, obstruindo a passagem.
Nos enveredamos em um caminho de mágoa. Afogarmos, esse é o maior anseio da alma no momento. Seja em lágrimas, doces, ou na precipitada e ignóbil bebida. Seja qualquer uma das formas, afogar-se é o maior erro.
A lucidez é a melhor coisa a ser fazer. Se a desilusão se precipitar sobre sua alma, recorra ao próximo. Recorra aos seus amigos, recorra a você mesmo. Lembre-se, por mais longo que seja o túnel, por mais escuro e apertado, há uma saida, há uma luz à frente. Não desanime jamais.
Jamais se perde tudo. Sempre sobram aqueles a nos apoiar, almas benígnas que realmente se importam conosco. Sempre sobram as belas e doces lembranças, que nos sustem e fazem nosso coração ficar mais leve. Sempre sobra o amanhã. O recomeço de um ciclo. Pode-se procurar novos horizontes, novos rumos, anseios, ilusões.
Existe uma música, cuja letra, trata exatamente disso. Se você sucumbir, se sua mente se tornar simplória, não mude jamais o seu caminho. Lembre-se, o mundo continua o mesmo. Se nós nos basearmos em nossos erros, as flores vão desaparecer da beira da estrada. Nem pense em fechar os olhos, a solidão é a lei do insignificante. Se houver titubeação, siga meus passos. Eu quero te ajudar. Vou erguer seu orgulho, é dele que você precisa, assim, nós vamos chegar. Vá! Agora que nasce um novo dia, vamos enfrentá-lo. Não se preucupe, você não estará só. A vida é assim, temos que cumpri-la. Por quanto tempo? Muito. Veja o frio e o vento em uma noite de tempestade. Não se preucupe, veja também, eu estou ao seu lado, marcharemos juntos, até o fim. Seguindo os passos, vamos em frente. Seu orgulho é sua arma. Descobriremos novos caminhos. Então, siga em frente. Aprenda que a vida tem um sentido. Mesmo que demoremos a descobrir. Esqueça o passado em siga em frente. Vamos! Vamos! Siga em frente, esqueça os resíquios do passado. Siga em frente!

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Então minha musa? Como me saí? Será que mereço vossos elogios? Ou vossas críticas?

Felicidades,

Bruno H. Fernandes”
So, carry on…

29
Mar
07

Não tema

Texto antigo, criei faz um bom tempo. Muito tempo mesmo. Estava na sexta série. Não me lembro o motivo pelo qual o criei. Sei que hoje, quatro anos depois, ele se encaixa perfeitamente. As vezes quando sinto medo, eu leio ele, mesmo sabendo ele de cór. Me sinto mais seguro. Se uma dia eu tiver um filho, eu pretendo recitar esse texto para ele todas as noites antes de colocá-lo na cama. Ao ler esse texto, peço que mentalize a pessoa que você está depositando mais confiança no momento. Mas cuidado. Não seja dúbil. Pense em alguém mais próximo. Se possível que possua com você laços sangüíneos. Eu costumo pensar em meu Guardião. Meu eu mágico. Alguns pensam nos pais, nos amigos, em um santo. Cada um com sua opção. Lembrem sempre. Não tema…

Não Tema

Não tema… eu estou contigo!

Não tenha medo de errar, todos nós erramos. Você não será menos ou mais culpado por isso.

Não tenha medo de falar. Não deixe as palavras entaladas na garganta, podem lhe sufocar.

Não tenha medo de se expressar. A arte é livre. É plena.

Não tenha medo de agir. A inércia não leva ao progresso.

Não tenha medo de pensar. Penso, logo existo.

Não tenha medo de existir. Incomode, seja, creia.

Não tenha medo de querer. Queira com as máximas forças do seu coração.

Não tenha medo de orar. Deus está contigo e há de te ajudar.

Não tenha medo de pedir. Aquele que não chora, não mama.

Não tenho medo de ter medo. Adrenalina é bom.

Mesmo que a luz das estrelas se apague, mesmo que a lua se torne vermelha como o sangue. Mesmo que o Sol para de brilhar, que os pássaros parem de cantar. Mesmo que o céu caia e o chão desmorone, não tenha medo. Eu estou contigo.

Que cada palavra seja uma estrela no céu, apta a iluminar vosso caminho,

Bruno Fernandes
Um pouco, só um pouco, nostálgico.

28
Mar
07

O Desafio de Luana

Hoje 28 de março, tarde, muito tarde…

Tarde pra corrigir erros, pra pedir perdão…

O tempo não volta… Não voltará, então vai ser assim ninguém quer saber de ninguém, tanto faz o que acontece ou deixa de acontecer na vida do outro.

Culpa? Talvez sim talvez não.

Não me arrependo de nada, aliás, sim, de ser tão dependente disso…

Muitos pensamentos ficam em mim, será que volta? Será que merece novamente voltar?Será que vale a pena sofrer novamente, mais uma vez, de novo, só mais uma vez, quem sabe outra e mais outra e mais outra…

Saudade… Saudade…

Vontade de dar o braço a torcer, mas e se eu o fizer? O que diriam as pessoas? O que diria ele?

VONTADE essa é uma palavra bem difícil, quando se tem vontade você vai lá e faz, então se ainda não fez é por que não tem vontade? Se não tem vontade não dou o braço a torcer… E nem ele…

Sem sentido? Pois é quando nada mais faz sentido, ou melhor, quando só isso faria sentido…

“Não se prenda a sentimentos antigos, tudo que foi vivido me preparou pra você…”.

Luana Lima.

28
Mar
07

Decepção

Nem tudo é perfeito. Uma das sinas de viver é essa. Ou nos acustumamos, ou suicidamos. Quando algo nos decepciona, o melhor a fazer, é esquecer. Sei que é difícil. Sei que é praticamente impossível, mas, fazer o que, além disso? Não remoer também é fundamental. As coisas são como ondas. Vão e vem. Sempre.
Se algo nos desapontar, esqueça. Haverá outros momentos muitos melhores, que hão de substituir esse. Se alguém nos desapontar, esqueça. Ou esqueça ou alguém, ou esqueça o ato. As vezes, dependendo da situação, esquecer o alguém, é melhor que esquecer o ato. Experiência própria. Garanto. Se você decepcionar alguém, peça desculpas. Afinal, é o melhor que pode fazer.
Sei que escrever/falar é fácil. “Se ponha no meu lugar!” Diz os mais atacados e pessimistas. Se possivel, eu me colocaria. Somente para mostrar como agir. Prepotência? Não, não sou a tal e a mercê. Só gosto de mostrar às pessoas o lado bom da vida. Mostrar a elas que por detrás de um feio, enrrugado e fedido casulo, há uma bela borboleta.
E se as palavras estiverem entaladas na garganta? E se for necessário desabafar? Procure um ombro amigo. Um ombro firme, que seja capaz de lhe sustentar. Que não reclame do peso.

Sei lá se meus conselhos prestam. Não sei mesmo. Acho que as vezes falo asneiras demais. Mas realmente, mesmo “a relinchar” para as paredes; eu não me importo. Gosto de escrever, de falar. É divertido, liberta a alma.
Para finalizar, gostaría de citar minha frase favorita, que é mais ou menos assim: “Tudo da certo no final. Se não deu, é porque ainda não chegou ao fim.”
Vamos procurar a felicidade?

Bruno Fernandes”
Tentando falar algo que tenha sentido, mesmo que para os ventos.

23
Mar
07

A Lógica Canção

Alguém aí curte Supertramp? Uma clássica balada deles:

When I was young
It seemed that life was so wonderful
A miracle, oh it was beautiful, magical
And all the birds in the trees
Well they’d be singing so happily
Oh joyfully, oh playfully watching me
But then they sent me away
To teach me how to be sensible
Logical, oh responsible, practical
And they showed me a world
Where I could be so dependable
Oh clinical, oh intellectual, cynical

There are times when all the world’s asleep
The questions run too deep
For such a simple man
Won’t you please, please tell me what we’ve learned
I know it sounds absurd
But please tell me who I am

Now watch what you say
Or they’ll be calling you a radical
A liberal, oh fanatical, criminal
Oh won’t you sign up your name
We’d like to feel you’re
Acceptable, respectable, oh presentable, a vegetable

At night when all the world’s asleep
The questions run soo deep
For such a simple man
Won’t you please, please tell me what we’ve learned
I know it sounds absurd
But please tell me who I am, who I am, who I am, who I am

Por mais “balada” que seja, eu gosto de Logical. Mais pela letra e pelo solo de sax do que por outra coisa.

Enquanto outros me chantageam, em busca de um segundo capítulo (né Luana ^^), outros me chateam, em busca de coisas que não posso oferecer. Ora, não posso ser o que não sou! Fingir ser outro? Nunca!

Mas isso agora não vem ao caso…

Sei lá qual é a minha música favorita. Gosto de tantas… Acho que sería um erro escolher uma. Então devo postar letras e mais letras nesse blog. Acho que vai depender do momento.

Seguinte, me falem uma música aí…

Felicidades,

Bruno Henrique Fernandes”
Escrevendo coisas para interter, por que aí vem coisa.

19
Mar
07

A Cruel Dúvida do Ser

E quando estamos com uma dúvida gigante. Megalomaníaca em sí. Desesperador não? Sim, muito. Posso optar por minha felicidade, usando de minhas faculdades. Ou posso optar pela felicidade alheia, sem usar de minhas faculdades. O que vocês fariam nesse caso?

E se sua felicidade custasse passar por cima dos outros? E se a felicade dos outros passase por cima da sua? E quando você tem afeto pelo outro? A cabeça parece explodir. A morte parece a melhor solução. Tentador…

Muitos diriam: “Vá em frente! O importante é você!” Outros: “Será que vale à pena? Você sería feliz mesmo?” A cada opinião, uma nova dúvida.

Deixar isso de lado? Não posso. Isso já me consumiu a alma. Me deixou mortirizado, triste, solitário. Agora é até pessoal. E bota pessoal nisso.

Acho que vou esperar mais um tempo. 24 horas. Basta. Vou decidir isso de vez.

Que me custe a vida, ou a vida alheia.

15
Mar
07

O Silêncio

.

Não sei por que motivo me deu a vontade de fazer isso. Acho que para aparecer. Mas, peraí, quebrei o silêncio! Foi mal….

Tá certo, isso enche a paciência. Mas, fiquemos um pouco mais em silêncio.

Reflita um pouco.

Está valendo à pena?

Então pode começar a falar agora.

Felicidades,

Bruno Henrique Fernandes”

15
Mar
07

Sentimentos

Uma vez eu ouvi que todos nós temos um par. Sempre me conformei com isso, apesar de nunca tê-lo encontrado. Acho que não procurei direito, ou até hoje, não fomos apresentados. Dizem que devemos procurar entre as pessoas que nos amam. Devemos evitar aquela que nós amamos, pelo menos carnalmente ou, superficialmente. O porquê disso? Pelo fato que, até aonde sabemos, seremos alimentos de um sentimento. E graças a isso, com o tempo seremos base, seremos um só.
Interessante, raramente eu falo sobre isso. Graças a acontecimentos dessa semana, eu parei para pensar. Não aposte todas as suas fichas. Eu garanto que isso não presta. As pessoas mudam. Assegure-se que elas mudam da forma mais agradável ou legal. Não como certas pessoas que passam a agir de como se você fosse o problema e a solução.
Sax é o canal. Vivi um episódio incrível. Aprenda músicas românticas e as decore. Vá para fora da sua casa, faça pose e mande brasa. Garanto. 100% de acerto. Sem margem de erro! Ô trêm que pula!
Vida louca essa. Divertida. Sei não, a cada dia eu me conformo com um futuro, outrora já traçado. Se alguém quiser mudar minha opinião, eu aceito. Aproveite.

Estava brincando de traçar personalidades. Gosto de traçar as personalides, claro, de acordo com minhas opiniões. Faço isso atoa. Como um fruto de um ócio. Sempre traço as personalidade de três pessoas. E, venho equiparando. Essas três pessoas, sabem quem elas são. A número um vem perdendo esperanças, mas ultimamente ganhou alguma. A número dois está me decepcionando e a número três, ainda estou aprendendo algo sobre ela (porém as vezes me preucupo e essa pessoa me deixa desgosotoso). Mas daqui a um mês eu traço tudo de novo. Se houver mudança significante eu falo.

Já notaram quando bate um pouco de solidão? Estranho, senti isso hoje à tarde. Alguém pode me explicar?

Aos mais deseperados (leia-se Luana), o livro anda de vento em popa e o Capítulo I vai ser entregue pessoalmente na segunda feira. No caso de eu morrer antes, bom, se der tempo de eu deixar instrunções, vocês podem ter a chance de ler ele. Se não, bom, espera eu reencarnar.

Para finalizar, gostaría de deixar um texto que me deixou emocionado:

“Eu podería suportar, embora não sem dor, que tivesse morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morresem todos os meus amigos! A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida… mas é delicioso que eu saiba e sinta que eu os adoro, embora não declare e não os procure sempre…”
Vinícius de Moraes

Acho que hoje, pude exprmir um pouco de meus sentimentos. Alguns nobres como esse, outros nem tanto.

Felicidades,

Bruno Henrique Fernandes”

05
Mar
07

Ariel e Caliban

Os opostos que se convivem, que se permitem e se baseiam. Os dois gênios, que depois de muitas brigas, descobrem que não pode existir sem o outro.
Todos nós dependemos um dos outros. Uns mais do que outros, o importante é que dependemos. Eu, por exemplo, dependo de três pessoas especiais para criar. Pessoas que fazem parte da minha vida, pessoas que posso dizer, com certeza, que são meus Amigos. Sinto por eles Ágape. Amor. Amor cuja razão é a de existir. Sem nada em troca, apenas a ação de ser.

Somos frutos de algo dual. Somos frutos de duas tendências, de dois polos. Seja no campo biológico, seja no campo moral, intelectual. Ariel, a personificação do bem. Ações puras, nobre, grandiosas. Caliban, a personificação do mal. A malícia, a beleza. O portador da luz do conhecimento. Eles são aqueles dois seres que vivem a nos importunar. O anjinho e o diabinho.

—–

Agora que o texto não possui mais coesão eu vou explicar.

—–

Tenho tido aulas com Caliban. Aulas de escrita, estilo e ética. Graças a ele, tenho escrito com afinco, louvor e êxtase. Ariel está de férias. Então, meu material encontra-se, podemos dizer, atrasado. Venho então, escrevendo de forma tendenciosa. Isso me fez, mudar muitas coisas na história. Muitas coisas mesmo.

1. O Epílogo torna-se base para o entendimento geral da história. Porém ele só poderá ser entendido na íntegra no final de tudo. Então, quando ele for lido novamente, a história toda fará sentido. Fazer isso me deu um trabalho imenso. Mas valeu à pena.

2. O primeiro capítulo começa no estilo “Dan Brow de escrever”. Ou seja, assim que você acabar de lê-lo, não vai mais querer parar. Isso me fez cortar muitas coisas, acresecentar outras e mudar a linguagem da história toda.

3. O primeiro volume narra a história de nosso herói. Ele narra a história toda. Desde a descoberta do Diário até o fim da leitura dele. O segundo volume, narra o que aconteceu antes da história. Como o Diário foi feito e o porquê dele existir. O terceiro volume narra o que aconteceu depois do primeiro volume. É narrado por nossa heroína, que está sofrendo perseguições de um vilão. E o quarto volume, que na verdade é uma crônica, narra a história de Ariel e Caliban. O que vai fazer sentido, só no fim mesmo.

4. O primeiro volume espero terminá-lo nas férias de meio de ano. De modo que vocês poderão ter um “divertimento” nas férias. O segundo volume espero entregá-lo no dia do aniversário do Saimon. O terceiro volume, no Natal. A crônica, eu vou entregar de uma forma especial. E não me perguntem como.

5. A História se chamará “Grimoire” (pronuncia-se grimoár) e, cada volume, terá subtítulo adequado.

Dada as devidas explicações, espero que todos tenham ficado satisfeitos. E como minha benevolência é muito grande. No dia 19 de Março, Primeiro Dia do Ano, vocês receberão o Epílogo e o Primeiro Capítulo.

Felicidades,

Bruno H. Fernandes”




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