Arquivo para Maio, 2007

28
Mai
07

Domingo à noite

Domingo à noite

As vezes encontro tempo e posto algo aqui. Mesmo que seja apenas mais um texto que vai ser lido e brevemente esquecido.

O pensar, o agir e o falar. Nem sempre as coisas lhe acompanham nesta ordem. Nem sempre a inspiração ou a razão seguem essas prenuncias. As vezes somos omissos, somos silenciosos. Não porque queremos, as palavras as vezes brincam. Elas brincam de esconde esconde. Seu tempo é muito curto para achá-las.

Empecilhos em nossas vidas são muitos. Muitos e grandes. Não deixe que uma pessoa estrague sua vida. Raiva, inconformismo e demais emoções que acompanham são normais. Se são rotineiras, então desabafe. Saiba, sempre vai haver alguém para lhe escutar. Segundo uma tradição, pelo menos cinco pessoas no mundo estão pensando em você neste exato momento. Para saber as cinco, pense em cinco pessoas que você conhece, de imediato. São elas.

As vezes meus textos são chatos. São impróprios para o momento. Eu sou assim, inoportuno. Sou chato, inconformado com o sistema e intelectual. O que me faz para muitas pessoas, louco. Não me importo com máscaras. Posso arrancar todas. Nem sempre queremos houvir. Mas temos que escutar.

Motivos? Apenas a vontade. Se tenho vontade eu faço; se não, fica por isso mesmo. Sorte minha, e dos outros, que vontade eu tenho e muita. Vontade de ajudar, de ser a mão amiga. Vontade de servir os necessitados. Vontade de ser… Pena que não posso tudo. Pelo menos, querer é meio caminho andado.

Já se olhou no espelho hoje? Não digo olhar para se arrumar, espremer espinhas ou se barbear. Digo olhar diretamente em seus olhos. É um exercício interessante. Boa parte das pessoas que eu conheço não conseguem fazê-lo. Encarar a si próprio é difícil. É encarar erros e falhas.

As vezes estou como hoje. Com muita vontade de escrever. Com muita inspiração e motivos. Tenho à minha frente um carrilhão de possibilidades. Mas o tempo é pouco e, a paciência de quem me lê, também acaba.

Por hoje vou terminar por aqui, mas não sem antes de mencionar um citação.

“Toda adversidade, toda circunstância desagradável, todo fracasso e toda dor física carregam consigo a semente de um benefício equivalente”
– Napoleon Hill

E acabo de lembrar mais uma: “O que não me mata imediatamente me fortalece”
- Friedrich Nietzsche

A todos, felicidades

Bruno”

23
Mai
07

As vezes,,,

Não me contive…

Lula consulta uma vidente.
A vidente se concentra, fecha os olhos e fala:
- Vejo o senhor passando em uma avenida, em carro aberto e uma multidão acenando.
- Lula sorri e pergunta:
- Essa multidão esta feliz?
- Sim, feliz como nunca!
- E eles estão correndo atráz do carro?
- Sim, por toda a volta do carro.
Os batedores estão tendo dificuldades em abrir caminho.
- Eles carregam bandeiras?
- Sim, bandeiras do Brasil, e faixas com palavras de esperança e de um futuro em breve melhor.
- Eles gritam, cantam?
- Gritam frases de esperança “Agora sim!!! Agora vai melhorar!!!”
- E eu, como estou reagindo?
- Não dá pra ver.
- E por que não?
- Porque o caixão esta lacrado…

21
Mai
07

Você pode sentir isso?

Não se assustem. Sim, esse é o meu blog. Vocês estão no lugar certo.

Esse é o meu mais novo layout. Em momentos de revolução, tanto política, quanto sentimental, intelectual e até moral; é necessário rever as entrelinhas.

Espero, que como eu, vocês possam sentir isso.

Preciso saber se vocês gostaram do novo layout. Para isso, comentem. Grato.

No mais, apenas felicidade…

Bruno”

20
Mai
07

Acordando do nada

Acabei de acordar. Minha cabeça doi, mas daqui a pouco passa. São duas e vinte quatro da manhã de um domingo, que promete ser cheio e inquietante.

Prometi aparecer aqui pela sexta, mas não deu. Estava intretido com coisas menos puritanas. Estava muito feliz na sexta. Minha semana cheia, atarefada e estressante, chegara ao fim. Que bom.

Não tenho muito o que falar. Não tem acontecido nada de mais ultimamente. A vida continua na mais perfeita normalidade. Tenho estudado coisas legais. Acabei de ler a “Revolução dos Bichos”. Agora ví que o socialismo não dá certo mesmo e, que porcos são como humanos.

Oh, sim, estou com fome. Vou comer algo e, me deitar de novo. Estou com um pouco de sono e não estou afim de passar a noite em claro.

Quem sabe amanhã, quando eu voltar do Rotary, eu escreva algo legal. Por enquanto, ficaremos neste texto. Ah, visitem aí http://www.net-rosas.com.br/~epcar/. La vou eu, em mais uma de minhas empreitadas.

Felicidades,

Bruno”

14
Mai
07

Magia, Barbas e Sorvete

Criei, há muito, o hábito de tomar banho com as luzes apagadas. Gosto de escuro (nem sempre, que isso fique claro), as vezes podemos ser mais reflexivos e receptivos nele.

Pois bem. Enquanto tomo banho, penso em todo meu dia. Lavo naquele instante meus problemas e rego minhas felicidades. Gosto de recitar mantras e orações. Hoje, comecei a recitar um cântico. Um cântico de runas.

Tudo começou a vibrar (no sentido espiritual) e transcender. As luzes eram intensas. Brilhavam muito sob meus pés. Derrepente, não sinto mais a água, não sinto mais o chão. À frente um caminho. Estava fazendo uma Viagem Astral.

Faz um tempinho que não realizo isso. Hoje eu fiz pela primeira vez de pé e conciente. Resolvi voltar. Fiquei à tempo somente de vislumbrar páginas de um futuro próximo. Enquanto voltava, escutava algumas frases. Frases que me deixam mais firmes em meus objetivos. Uma delas, vocês já devem conhecer: “Faça o que tu queres, há ser tudo da Lei.” Essa frase, realmente, me impulsiona.

Ao voltar, as luzes do banheiro estavam acessas. Engano meu. Estavam apagadas. O que brilhava era minha aura. Expansão aprimorada. Aos poucos foi voltando tudo ao normal. Desliguei o chuveiro e ansia de chorar foi tanta que sentei ali mesmo no chão.

Com as lágrimas e corpo seco, resolvi escrever. Devemos escrever tudo aquilo que vivenciamos.

Se você não crê nisso. Não crê que exista algo além, o que posso lhe dizer é que estás enganado. O mundo é um tabuleiro. Vivemos apenas em um lado dele. Resta descobrir o que tem do outro lado.

………………

Antes que me esqueça, cuidado ao se barbear. Não em relação em se cortar. Mas cuidado ao se olhar no espelho. Você envelhece mais rápido do que pensa. É melhor fazer e experimentar de tudo. Se não, vai estar caducando e mancando quando notar.
Ah, e fazer a barba é horrível. Mas mesmo assim eu faço. Pelos no rosto incomodam. Pelo menos eu acho.

………………

Amanhã deve fazer um belo dia. Sol, céu resplandecente, brisa e sorrisos. Mas ficarei em casa estudando Biologia. Mais tarde devo tocar um pouco. O Festival bate à porta. Tenho que ensaiar de forma condenatória. Pela primeira vez escolhi música. Mesmo com a tentadora promessa de meu teatro ir para a Final. Bom toco sax a um ano (daqui a quatro dias completa um ano); faço teatro a sete (sem bem que no último ano, resolvi dar uma parada). Fui louco em escolher música.

Se sexta feira eu estiver muito estressado, devo querer tomar sorvete. Como estarei muito estressado, não neguem meu convite. Isso vai me deixar mais estressado, ficarei de mal humor e por fim triste. Como tenho depressão, negar meu convite em tomar sorvete sexta, é algo muito errado. Ah sim, eu pago.

………………

Vai dar meia noite e eu aqui. Que bom! Quer dizer que meu relógio biológico está todo desrregulado. Vou surtar na quarta. Mas phoda-se.

………………

Tenham uma boa semana. Não devo aparecer por aqui até sexta. Só no caso de ma sucrée songer me presentar com uma inspiração utópica.

Felicidades, Blessed be,

Bruno”

14
Mai
07

Vídeo

Um pouco de cinema para vocês!

13
Mai
07

Mãe

Uma pequena homenagem a todas as mães. Hoje, é dia delas. O que você acha de ler esse texto para ela?

————————

Minha mãe me ensinou a valorizar um sorriso:

“Me responde de novo e eu te arrebento os dentes!”

Minha mãe me ensinou a retidão:

“Eu te ajeito, nem que seja na pancada!”

Minha mãe me ensinou a escutar:

“Abaixa isso, se não eu quebro esse rádio!”

Minha mãe me ensinou a apreciar um trabalho bem feito:

“Se você e sua irmã querem se matar, vão lá para a rua! Acabei de arrumar a casa!

Minha mãe me ensinou a ter fé:

“É melhor você trocer para não pegar recuperação!”

Minha mãe me ensinou a lógica:

“Porque eu estou dizendo! Acabou! Ponto e final!

Minha mãe me ensinou o que é motivação:

“Continua chorando que eu te dou uma razão verdadeira para você chorar!”

Minha mãe me ensinou a contradição:

“Fecha a boca e come!”

Minha mãe me ensinou a ter força de vontade:

“Você vai ficar aí sentado até comer tudo!”

Obrigado por tudo Mãe!

Bruno”

11
Mai
07

Preguiça

Dessa vez vai ser um pouco diferente. Alguém aí já teve anseios? Bom, estou com alguns. Anseios da alma, do corpo e da mente.

Estou escrevendo esse texto apenas por ver as palavras alinhadas. Apenas para me deparar com “algo feito”. Fútil, inútil, retardado.

Preguiça, descaso, vontade, raiva, poder, medo. Conjugue se possível. Se possível…

Rimas? Estou de saco cheio. Das centenas que tenho aqui, nenhuma presta. Fogo. Fogo. Fogo.

Ah, sim. Hoje me ví no espelho. E daí? E daí que não sei porra! Não sei!

Frases relapsas? Sem sentido. Sim, sem nenhum sentido. Apenas para mim, alimentando meu ego. Meu precioso ego de ouro. De escrúpulos malditos e doçura de deleite.

Basta? Segunda quem sabe. Como todo bom regime deve começar. Por falar em regime, lá estou fazendo ele novamente. Da última vez, perdi 30 quilos. Agora tenho que perder apenas 20. Sim, fui ameaçado de morte. Médico: Faça um exercício físico regurlamente. Ou morra de ócio e sedentarismo antes dos vinte um.

Me deu pregiça e ao mesmo tempo a vontade de morrer aos vinte um. Grande.

O Papa. O Papa é pop. É um velinho de olhos fundos, dentes amarelos, cabelos grisalhos e mãos aptas a acenar. Isso é legal. Ele é o dono da igreja. Sempre perguntei ao meu pai quem era o dono da igreja. Afinal, todos colocavam um real, até dois no cestinho. Devía ser para pagar o dono da igreja. Meu pai sempre me respondia que era Deus. Mas eu duvidava, pois Deus na verdade possui uma megacorporação denominada Universo. Uma espécie de The Sims com seres humanos. Então meu pai respondia que era o Papa.

Acabei de lembrar que tenho um tratamento de pele marcado. Tenho dentista também. Tenho que estudar para as recuperações. Acho que vou ter que parar de fazer algumas coisas. Preguiça.

Por falar em preguiça. Nossa! Que preguiça!

Sábado tem Reunião Pública. Estou nervoso. Tenho que fazer algumas pessoas chorarem. Acho que dessa vez eu consigo.

Bom, acho que chega. Afinal, estou com preguiça.

10
Mai
07

Páginas de Dor

Algumas músicas me cativam. Letras, melodias, compositores, instrumentação. Afinal, para mim cada detalhe me chama a atenção. Desta vez foi uma obra prima que me chamou a atenção.

Página de Dor, foi composta por Pixinguinha. Para quem não sabe, Pixinguinha foi o maior mestre do choro de todos os tempos. Exímio Flautista e Grandioso Saxofonista (Sax Melody em C); compôs em sua curta vida, mas de 70 choros, bossas e sambas. Valhe a pena visitar a página do mestre: http://www.pixinguinha.com.br/

A letra da música é muito bonita. Grandiosamente interpretada por Ney Matogrosso.

Página de dor
Que faz lembrar
Volver as cinzas
De um amor
Infeliz de quem
Amando alguém
Em vão esconde
Uma paixão

Lágrimas existem
Que rolam na face
Há outras porém
Que rolam no coração
São essas que ao rolar
Nos vem uma recordação
Página de dor
Que faz lembrar
Volver as cinzas
De um amor

O amor que faz sofrer
Que envenena o coração
Para a gente esquecer
Padece tanto
E às vezes tudo em vão
Seja o teu amor o mais
profano delator
Bendigo porque vem do amor
Tendo o pranto amenidade
De aljofrar minha saudade
Glórias tem o pecador no amor

Lágrimas existem (…)

São clássicos como esse que abrilhantam a música brasileira. Se quiserem ouvir ela, bastam me pedir que eu passo.Valhe a pena.

Bruno

10
Mai
07

Senta, que lá vem história…

As vezes gosto de brincar. Bom, adoro criar histórias, muitas histórias… Desde ciêntistas malucos à dragões milenares. Para mim, é um prazer.

O jogo é o seguinte. Início a história, vocês continuam. Nos Comentários, vocês postam à continuação e assim vou editando. Cada um cede espaço para o outro. Não valhe terminar a história. Afinal, eu começo, eu termino.

As frias paredes de pedra do Castelo Avilnar, se aqueciam com os primeiros raios de Sol. Os jardins, outroras bem cuidados, cediam espaço para o mato alto. As janelas, carcomidas por mofo e cupins, estalavam calmamente.
A família Avilnar morava neste castelo há treze gerações. Quase mil anos. Nos últimos, eles já nem se preucupavam mais com ele. As dívidas eram muitas e o castelo não podia ser vendido. Afinal, o primeiro Avilnar, por testamento, proibía sua venda.
Porém aquela manhã estaba quieta por demais. Já era hora de todos estarem de pé. Apenas se escutavam os pássaros. Ninguém abriu nenhuma janela, ninguém foi verificar a caixa de correio. Ninguém soltou o cachorro (este por sua vez, já começava a latir de ansiedade). Aonde estaríam os Alvinar?

vizinhos q passavam pelo local olhavam surpresos para alguma coisa estranha q acontecia la em cima bem no alto do castelo e ninguem sabia ao certo o q podia ser…até q de repente ouvi-se um grito um grito de horror e com uma voz abafada meio cansada estranha…




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