Hoje me senti com a fútil vontade de escrever aqui. O melhor, a verdade pior, é que não tenho o que escrever. À medida que essas palavras tomam forma, rezo para que a doce inspiração surja. Mas já chego à quarta frase e nada dela vir. Acho que isto é apenas mais uma das facetas do cotidiano; vontade de mudar.
Não tenho ficado satisfeito com meus textos, é essa a verdade. Publico alguns pelo simples motivo de que se eu não publicar, o Blog é desativado. Falta-me opiniões. Afinal, não sei se estou agradando, ou apenas enchendo o espaço em seu monitor.
Antes havia uma motivação muito grande para escrever. Hoje, em momentos de divagação de niilismo, quase me arrependo de ter dado início a essa empreitada maluca. Mas eu sei, que mesmo com essas pitadas de realismo pessimistas e culpista, nada foi em vão.
Afinal, fiz tudo de coração. Não faltei com a verdade em momento algum. Procurei falar aquilo que me vinha, em diferentes doses, meios e afins. Descobri o quão poderosa é minha musa. Esta inclusive, cuja identidade está preservada em meus sentimentos, recebeu um carinhoso apelido. Ma sucrée songer. Meu doce sonho. Já inclusive, me apaixonei perdidamente por ela. Hoje ví que tudo não passava de euforia. A euforía de descobrir que há algo por detrás de um sorriso. Ma sucrée songer c’est ma amie. Ma trés cherie amie. E só revelo quem é ela, quando ela quiser.
(Parem de chutar nomes, por favor! Não, vocês não a conhecem!)
Já falei de tanta coisa, coisas que hoje não consigo falar com o mesmo ardor de outrora. Me falta chão e também saúde. Mas o mais importante para mim é o primeiro. Afinal, quais caminhos trilharei? As vezes é bom se mergulhar em nostalgia, reabre algumas feridas. Um masoquismo de contemplação. Aprendizado duro e necessário.
Mas ainda estou aqui, a buscar inspirição e nada dela se apresentar. É tarde para os pássaros e já está escuro para visualizar o horizonte. Estou só e não tenho feito nada mais do que estudar. Difícil, não? Quem sabe posso falar de música? Na verdade melhor não. Minha música não está em um momento muito bom.
Estou parecendo pessimista hoje (só hoje?). Mas é que, sei lá, tanta coisa. Mas se for parar e contar, dá pouca. Tô até começando a escrever sem sentido olha.
Meu projetos Contos foi praticamente sabotado. Ficou cerca de quinze minutos no ar, até ser retirado e taxado de plágio. Não sou obrigado a conhecer o submundo dos blogs portuguêses. Um dia quem sabe eu recomece-o. Esperarei a raiva passar.
Mas acho que já escrevi o que tinha que ser escrito hoje. Pela milésima vez me veio a idéia de acabar com isso tudo. Mas minha mente me alertou que daqui alguns mêses, eu não exitaría em começar tudo de novo. Deixemos como está.
Gostaría apenas de mais opinião. Apenas. E também de umas idéias. De boa, umas idéias iam ser da hora. De boa mesmo! Nó! Que isso!
(pausa para reflexão do momento “adolescente entusiasmado” de Bruno. Não se assustem e nem dêem comida aos macacos.)
(não descarte a idéia de dar idéias)
(comerciais)
(isso aqui já tá ficando chato)
Pois bem, melhor eu terminar isso.
Felicidades,
Bruno”