Revoluindo
(Revolucionando + Evoluindo)
Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue
Como beber dessa bebida amarga?
Tragar a dor engolir a labuta?
Mesma calada a boca resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa?
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira tanta força bruta
Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue
Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa
Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue
De muito gorda a porca já não anda
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade
Mesmo calado o peito resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade
Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue
Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo disel
Me embriagar até que alguém me esqueça
Há muito tempo, pessoas morreram por opressão. Morreram por divulgar suas idéias. Morreram para dar a liberdade que hoje em dia desfrutamos. Morreram por essa pátria, chamada Brasil. Anônimos ou não, quem sabe poderão um dia, figurar no Panteão da Pátria, ao lado de Tiradentes e Caxias.
Sejam feitos eles de barro, ou de aço; foram heróis. Mortais, mas heróis. Mesmo tendo trocado a espada pela pedra. O grito pela ordem, foram heróis.
Hoje, me deu vontade de “Revolução”. De mudar tudo, de me politizar. De buscar o algo mais, de querer a ordem. Uma busca incessante pela verdade.
Primeiro, fiz uma prova de Filosofia, em que “caí na real”. O sentido da vida é um. A busca da verdade. E a verdade está diante nós. Basta querer encontrá-la. Depois um sonho maluco, de um sono à tarde. Todos tinham se mudado e eu, bobo, fiquei. E me descobri sozinho na imensidão. Uma reunião de Rotary, em que descobri que com música, as portas se abrem. Por mais bem trancadas que estejam. E por finalizar, me lembrei de como eu era feliz, lendo Sítio-Pau Amarelo. Alguém aí já leu? Ler, isso, ler. Não ver essa coisa maldita que passa na TV (dia 7 acaba, alelura!). Sagrado seja Monteiro Lobato.
Estranho como as vezes bate na gente esses sentimentos. Parece que é algo nos dizendo: “Vá! É esse seu caminho…”. Alguns doutores falam que é coisa da idade. Mas eu não creio. Acho que isso acontece com muita gente, independente da idade. Só não digo, todo mundo, pois sei que nem todos são assim. Preferem o algo mais do fim de semana e só.
Pareço um revoltado… Hehehehe! Não. Um crítico. Daqueles bem azedos. (=p)
Alguém aí quer um pirulito? ^^
Apesar do acidente com a vam (será como está o motoqueiro), o fim de semana esteve bom. O Capítulo ganha mais um ponto e se mostra presente mais uma vez. E eu, uma luxação no ombro. (O.o’) Ganhei o tênis que eu queria. E estava precisando. O meu a sola acabou. Eu pisava e sentia as ranhuras do chão. Fora as poças de água, que quando pisadas, iam para dentro da minha meia. Agora só falta a boina. (XD) Se eu conseguir uma, vou ficar sinceramente, muito, muito feliz!
Acho que vou ficar de Final em Química. Deve ser essa minha sina… Droga! Como eu já disse para alguns, se eu passar direto; fico em jejum. 24 horas sem comer e refletindo na minha conduta desse ano (que convenhamos, não foi lá essa coisa).
E por falar em ano, este já está acabando. Mais 27 dias e arrevoir 2007. Preciso de algum lugar para passar o Ano Novo! Alguém tem alguma sugestão?
Melhor eu me deitar. Amanhã eu tenho prova de Matemática e, eu não quero ficar até dia 20 de dezembro, dependendo dela.
=]
Felicidades meus Amigos!
Bruno”