Arquivo para Janeiro, 2008

24
Jan
08

Férias

Férias

Pode parecer, pelo longo tempo em que não dou as caras por aqui, que abandonei esse blog. De forma alguma. Estive apenas fora, dando um passeio.

Acho que consegui, após muito tempo, por minha cabeça no lugar. Mas não meu coração. Este, ainda bate muito forte por uma garota. Tão forte, que as vezes sinto que ele vai saltar pela boca e ir embora, procurar aconchego. E o que mais me doi nisso tudo, é que sinto que nunca serei correspondido. Mas uma teimosia, idiota não sei, me faz perdurar na esperança. Afinal, essa é a última a morrer.

É durante as férias que nossos pensamentos mais bobos, nossas idéias mas vãs e nossas reflexões mais retardadas vem à tona.É quando fazemos planos e mais planos, mesmo sabendo que não realizaremos nem metade. É quando os dias voam mais rápido e se arrastam mais vagarosamente, ao mesmo tempo. É também durante as férias que dispensamos o maior tempo pensando em nosso problemas. Esses claro, só vão começar após o término delas. Alguns poderiam pensar: “Malditas férias”, ou ainda “Para que isso tudo?”. Eu já gosto de pensar o quanto elas são gratificantes. Por ser “do contra”? Não, pelo fato de tentar ter uma mente mais aberta e acreditar que o dia de hoje, por pior que tenha sido, foi o mais bem vivido.

Agora, depois de um bom descanso, devo voltar a publicar novamente. As vezes com mais, ou com menos freqüencia. Ou quando a inspiração bater, ou até quando ela não bater e vier apenas a vontade (como agora).

Felicidades,

Bruno”

01
Jan
08

O Produto do Tempo


O Produto do Tempo

Talvez o fato de eu acordar mais cedo, no primeiro dia de uma ano, esperando o Sol despontar no horizonte, torne-se um hábito. Ou, um apoio sutil para minhas esperanças e anseios, para este ano que inicia.

Poderia, em distorcidas linhas, fazer um tributo ao ano que se passou. Mas eu não me daria por satisfeito. Durante este ano aconteceu muita coisa que vai marcar minha vida para sempre. E que não poderia ser representada no papel, pois para mim, pelo menos para mim, foi intenso demais.

O ano em fui Mestre Conselheiro. Em que fomentei minha liderança e que pude testar seus limites. O ano que o Interact voltou. Em que pude ver minha paixão de pé, mesmo cambaleante, novamente. O ano em que Supertramp apareceu na minha vida e com isso toda minha inspiração para tocar Sax. O ano em que me despedi da Renata e aprendi o quão despedidas são dolorosas. O ano que pude ver meus Amigos separados e novamente reunidos. E este fato, para mim, foi o mais importante do ano.

Muitos questionam porque dou um valor tão grande aos meus Amigos. Inclusive, as vezes, eles próprios. Com o tempo aprendi que não se escolhe amizades. Que elas aparecem e você aprende a reconhecê-las. Comigo foi assim. Eles surgiram em minha vida como estrelas surgem no céu. Radiantes, de súbito e ainda me servem como guias. Agradeço a Deus sempre pela suas existências. Muito de meu aprendizado, do que eu sou, eu devo a meus Amigos.

Não sei se seria correto, direito, guardar esperanças. Mas algo me diz que devo, pois em vão de tudo não seria. Espero bons ares. Espero desfrutar mais da companhia de meus amigos. Espero um horizonte mais verdejante, uma aurora mais brilhante e um céu mais límpido.

Agora o Sol preenche meu quarto. Nunca sua luz foi tão reconfortante. Me sinto bem. A exemplo de um ano, não derramo lágrimas. Acho que amadureci. Sinto-me feliz. Sinto que mudanças vão ocorrer em breve e que minhas esperanças, pelo menos algumas, se tornarão verdades concretas.

Vou caminhar. Aproveitar o sol da manhã. =)

Aos meus amigos, sim, somente a eles, Felicidades!

Bruno”




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