Em memória de Jacques de Molay

Jacques de Molay

18 de março de 2014 – 700 anos do martírio de Jacques de Molay

Nós te saudamos, nobre mártir Jacques de Molay. Que a luz de teus fogos funerários brilhe sobre nossas vidas e sua irradiação as purifique. Assim como nos saudaste naquele tempo saudamos-te hoje, através dos séculos que já passaram. Durante setecentos anos, os homens tem reverenciado teu heroísmo sem igual, tua inquebrantável fidelidade; e continuarão, em todos os anos futuros, inspirando-se em tuas virtudes. Nós, que temos adotado teu grande nome como patrono de nossa Ordem, oramos para sermos dignos de levá-lo, honrando-o como uma vida de reverência, patriotismo e tolerância; com uma vida de amizades sinceras, de amor filial, de honradez e de serviço à nossa Comunidade, nosso Estado e nossa Nação, imitando as lições que aprendemos da tua vida heróica e do teu martírio. Que saibamos aprender da crueldade as lições de bondade. Que a avareza nos ensine a lealdade. Que possamos viver tão nobremente quanto tu morreste!

POR DEUS, PELA PÁTRIA, POR DEMOLAY!

Sobre Bruno Henrique Fernandes

Nasci em Formiga, interior de Minas Gerais, em 1991. Filho de um lar de pais amorosos, preocupados e incentivadores. Em minha adolescência pude participar de vários grupos e organizações, tendo destaque o Interact Club e a Ordem DeMolay. Sou graduado em História pela Universidade Federal de São João del-Rei e atualmente faço meu mestrado, também em História, pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Trabalho como servidor público, Técnico Administrativo em Educação, na UFSJ desde 2009, tendo exercido a maior parte das minhas funções na área acadêmica. No campo da História meus interesses perpassam pelas sociabilidades ilustradas, religiosas e esotéricas. Minha pesquisa de Mestrado foca em compreender a Questão Religiosa, conflito entre maçonaria e igreja católica no Brasil no final do século XIX, através dos periódicos, levando em consideração a província de Minas Gerais. Tenho desenvolvido estudos sobre a historiografia maçônica e de algumas organizações que se instalaram no Brasil nas primeiras décadas do século XX. Sou Umbandista, praticante de Umbanda Omolokô. Sou filho de Xangô e Iemanjá, do Ilê Axé Omolokô Ti Oxóssi Ogbani. Entendo a Umbanda como o culto à minha ancestralidade e ao sagrado que vive em cada um de nós. Xangô é o fogo que alimenta meu espírito e Iemanjá é a água que sacia a minha sede.
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